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Sim. De acordo com Estudo de Ciclo de Vida conduzido pela PriceWaterhouseCoopers em conformidade com as normas de gestão ambiental ISO 14040 e ISO 14044, cada rolha de cortiça natural é responsável pela fixação de 112 g de CO2. Anualmente são produzidas 12 mil milhões de rolhas de cortiça de todos os tipos, o que corresponde a um total de mais de 150 mil toneladas de CO2 fixado por ano.

Pelo contrário, os vedantes artificiais – alumínio e plástico – emitem 37,2 g e 14,8 g de CO2, respetivamente. Em comparação com as rolhas de cortiça, as emissões de um vedante de plástico são dez vezes superiores e as das cápsulas de alumínio 24 vezes mais elevadas.

Sim. As rolhas de cortiça são completamente recicláveis e reutilizáveis. Embora a cortiça reciclada nunca mais seja incorporada em rolhas, pode integrar outros materiais de revestimento, isolamento, memoboards, kayaks de alta competição, raquetes de badminton, bolas de ténis e de cricket, componentes de automóveis e aviões, peças de design e de moda e uma multiplicidade de outros fins.

Se deitadas no lixo, sendo um produto 100% natural, as rolhas são biodegradáveis e não poluem o ambiente.

Cada tonelada de cortiça poderá, em média, dar origem a 66 700 rolhas.

A motivação ambiental é um dos aspetos mais importantes na reciclagem. As rolhas de cortiça fixam partículas de CO2 que foram retidas pela casca do sobreiro. Se forem decompostas ou incineradas, libertam o CO2 na atmosfera, contribuindo para o aquecimento global. A reciclagem não só evita a libertação de CO2 para a atmosfera, como permite prolongar a capacidade de retenção de CO2 da cortiça. Em cada tonelada de rolhas de cortiça encontram-se retidas cerca de 1,07 toneladas de CO2, num processo interminável, uma vez que a reutilização desta matéria-prima é ilimitada.

Por outro lado, ao reciclar as rolhas usadas também está a contribuir para potenciar a reutilização da matéria-prima e para a diminuição dos custos associados à produção de outros objetos de alto valor acrescentado.

A Corticeira Amorim é pioneira na promoção da reciclagem de rolhas, desenvolvendo programas de recolha em Portugal, EUA e Canadá, França, Itália, Espanha e Reino Unido, África do Sul e Austrália.

Conheça os projetos de recolha de rolhas em:

Portugal: http://www.greencork.org/

França: http://www.ecobouchon.com/

EUA e Canadá: http://recork.org/

Itália: http://amorimcorkitalia.com/campagna-etico

Cada centímetro cúbico de cortiça pode conter cerca de 40 milhões de células. E numa única rolha de cortiça existem cerca de 800 milhões de células.

Em todo o mundo são produzidas 12 mil milhões de rolhas anualmente.

Existem vários vestígios da utilização da cortiça pelos povos do antigo Egito e na civilização romana. Em França foram encontradas ânforas do século III a.C. cheias de vinho considerado ainda em bom estado de conservação. A utilização da cortiça a um nível pré-industrial remete aos finais do século XVII.

Sim. As vantagens ambientais e económicas das rolhas de cortiça são crescentemente reconhecidas pelas organizações, pela indústria vinícola e pelos consumidores. Inquéritos realizados em vários países confirmam que a preferência a nível mundial recai sobre as rolhas de cortiça - não só pela relação com a proteção do ambiente, mas também pela associação da cortiça a vinhos de muito boa qualidade.

89% dos melhores vinhos do mundo segundo a prestigiada revista Wine Spectator são vedados com cortiça. Na China e nos Estados Unidos, 97% dos consumidores associam a cortiça à qualidade do vinho. Por todo o mundo, nos mercados tradicionais e emergentes, o grau de satisfação dos consumidores em relação à rolha de cortiça ultrapassa os 80%.

Indiretamente, sim. Segundo o investigador Luís Gil, do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), a cortiça tem um comportamento muito semelhante ao do carvalho, onde envelhecem muitos vinhos: «Além de permitir o envelhecimento e o "respirar" do vinho, as rolhas de cortiça conferem determinadas características organolépticas (sabor e cheiro) ao vinho.»

Se compararmos a produção de um vedante de plástico com as rolhas de cortiça, as emissões de CO2 são 10 vezes superiores à da rolha e esta emissão dispara para 24 vezes mais se falarmos de alumínio.

Não. O primeiro descortiçamento do sobreiro ocorre quando este atinge os 25 anos de vida, mas só a partir do terceiro descortiçamento, por volta dos 40 anos de vida, é que a cortiça obtém a qualidade indispensável para a produção de rolhas.

Sim, todas as bebidas podem ser vedadas com rolha de cortiça. Por exemplo, a cerveja mais cara do mundo é engarrafada com rolha de cortiça e os melhores whiskies do mundo também.

Em 1678 o monge beneditino Dom Pierre Pérignon usou pela primeira vez rolhas de cortiça como vedante para o seu vinho espumante produzido na abadia de Hautvilliers, na região de Champagne.

Não. Apenas 30% da cortiça extraída do Montado tem os níveis de qualidade exigidos para produzir rolhas naturais.

Segundo um recente estudo científico levado a cabo pela Universidade de Oxford, os consumidores associam a cortiça a uma experiência positiva e a uma melhor qualidade do vinho. Um mesmo vinho, servido numa garrafa vedada com cortiça e noutra com um vedante artificial, foi classificado como 15% melhor no caso da garrafa com rolha de cortiça.

Graças a um investimento em investigação maciço, a Corticeira Amorim desenvolveu métodos de controlo de qualidade e análise que permitem fornecer rolhas de cortiça com garantias únicas no mercado. A tecnologia NDtech é um sofisticado método de análise que rastreia cada rolha individualmente, eliminando o risco de “contaminação” com TCA, um composto químico responsável pelo sabor a “rolha” nos vinhos. Esta tecnologia de ponta é capaz de detectar níveis de TCA acima do limiar de 0,5 gramas por litro, o equivalente a encontrar uma gota de água em 800 piscinas olímpicas.